Alice em: ensaio fotográfico no Emissário

Aah ensaio de criança como não amar né?
Esses dias minha pequena realizou um ensaio muito especial em parceria com o fotografo Fabiano Andrade, o Fabiano é fotografo na Baixada Santista, realizou meu ensaio gestante e agora após 4 anos desse momento gentilmente nos presenteou com esse ensaio.
Criança é bem diferente de adulto e se não quer foto, não quer mesmo… não disfarça e talvez essa jeito espontâneo e sincero delas é que nos fascinam.
Eu confesso que tive um pouco de receio em relação a Alice fazer as fotos, ela estava cansada e por aqui estava muito calor mas quando a gente trabalha com alguém que ama o que faz não tem jeito tudo flui.
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Eu fiz poucos registros do making of mas vou compartilhar com vocês meus registros e os registros fantásticos do Fabiano.
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As fotos foram tiradas no Emissário em Santos, o look foi escolhido por ser um dia quente e como é bem natureza o local , achei combinaria um look branquinho com o despojado do tênis All Star.

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Também participei desse ensaio com a Alice e nem preciso dizer o quanto babei né?
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Pra quem quiser saber mais sobre o trabalho do Fabiano , acesse o link: https://www.facebook.com/fabianoandradefotografia/?pnref=lhc
Vestido: marca 1+1

Bazar que achado amiga: o que rolou.

bazar que achado amiga

Ontem dia 18 de março foi realizado a primeira edição do bazar Que achado amiga, e posso falar uma coisinha? Foi S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L. Tinha roupas para todos os gostos, além dos desapegos, tinha também inúmeros fornecedores com aquele precinho amigo que todo mundo ama né? Mas como nem só de palavras a gente se vive, vou mostrar aqui um pouquinho do que rolou nesse bazar e já vou dá uma adiantadinha: mês que vem teremos outros bazar. 
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Aprendendo com o bebê

Sabe, durante a gestação eu fiquei pensando e muito como seria criar um bebê, nós infelizmente nos baseamos em coisas que vemos na televisão e realmente não é tudo tão verdade assim.
Eu pensava : ” A vai ser fácil, não é tão difícil assim” mas na verdade é.
Quando a Alice nasceu parecia uma miniatura, de tão pequena que era (isso que todo mundo”mães” diziam que ela era grande), eu tinha medo de mexer nela, de quebrar algo sei lá, era tão molinha e a cabeça? Nossa tão molinha, a moleira sempre subindo e descendo quando mamava que agonia. Muitas vezes ela chorava e não tinha “motivo” para mim e o choro me incomodava por eu não saber o que era, dizem que mãe sabe o porque o filho está chorando, HOJE depois de 2 anos que ela nasceu eu sei muito bem diferenciar os choros, mas um bebê com dias eu não conseguia.
Cuidar do umbigo dela foi a coisa mais dura que eu fiz, eu tinha medo de estar machucando ela, toda vez era aquela coisa… vou estar machucando minha filha mas sabe eu nunca machuquei até o dia que o cordão caiu e eu fiquei em choque, chorei porque tinha perdido o “laço que nos unia” mas fui tão leiga que não pensei que nós nunca perderíamos esse laço.
Muitas e muitas vezes eu coloquei a fralda ao contrário, só me toquei quando fui fechar e tive que mudar o lado, não foi descaso nem nada, era falta de hábito.
O sono… eu sempre via se ela estava respirando, sempre foi um sono tão tranquilo que eu tinha medo de ter acontecido algo com ela, sempre colocava a mão perto do seu narizinho para ver se estava respirando.
Não é fácil ser mãe… mas eu amo muito esse meu lado.
Ser mãe é ficar preocupada 24 horas, rir e se estressar em fração de segundos.. e aprender que o riso é sincero, que as palavras saem com dificuldade mas se você fizer um esforço você vai acabar entender.
Ser mãe é amar acima de tudo… é educar, dar bronca quando preciso, brigar , rir, assistir filme, tomar banho de gorfo, senti o xixi vazando… é ter uma vida sua fora do seu corpo.
Bebês não vem com manual de instruções, com uma regra básica de como cuidar, cada mãe sempre vai criar seu filho da sua forma.. mas pra entender o seu bebê você tem que estar disposto a aprender com ele, a entender suas formas, e ai tudo flui.

O primeiro dia do pós parto e de vida da Alice

Como disse, minha filha nasceu exatamente as 21h01m do dia 07-11-2012, consegui pegar ela, sentir seu cheirinho, e também como o hospital que eu tive ela os familiares conseguem assistir o parto através do vidro, vi a emoção de todos ao vê-la pela primeira vez.
E lá se foi ela para seu primeiro banho, seus exames… e eu fiquei ali, continuando a operação.
Ocorreu tudo bem, e fui para o centro de recuperação que acho que foi uma das experiências mais chatas que tive, ficamos ali sozinhas, ansiosas para pegar seu(sua) filho (a) e nada as horas são eternas, você tenta de todas as formas fazerem com que suas pernas se mexam para que você possa ir para o quarto e nada, além de ver outras grávidas, chorando de dor e etc… foram as 5 horas mais terríveis que tive mas quando mexi os dedos já chamei o enfermeiro para que me levasse para o quarto e trouxessem minha linda filha.
E assim foi, o enfermeiro me chamou de apressada rindo ( lembrando que foi o mesmo que me levou para assinar os papéis), lá foi eu para o meu quarto e quando entrei estava lá me aguardando meus pais e minha tia, que estavam super preocupados pois já era para eu ter ido para o quarto (é eu demorei um pouco mais que o normal para voltar da cirurgia e não sabia rs ).
Pediram para eu me tentar passar de uma cama para outra (lembrando que é rolando) e olha um dorzinha veio e tome lisador mas sabe eu queria tanto pegar minha filha no colo que a dor era o de menos.
Meu pai e minha tia foram embora, na verdade eles não podiam nem estar ali , mas foram liberados devido ao grau de estresse que eles estavam.  Minha mãe, sempre muito atenciosa, sabia muito bem qual a primeira roupinha que eu queria que colocasse na Alice, o body, macacão,meia e etc, também porque eu sou chata e antes de qualquer coisa eu já tinha separado as roupas da Alice para que nada desse errado… pedi para que a trouxessem e tive a bela notícia: ela poderia passar a noite comigo.
E lá veio ela, quietinha e sempre muito esperta com os seus olhos (sem cor definida) observando esse mundo novo que tinha chego, cheirosa.. sem choro, tão minha.