Enfrentando o preconceito

Assim como eu disse em outra postagem, o preconceito ainda existe, camuflado mais ainda existe  e muitas (na grande maioria) esse preconceito parte de nós.
É óbvio que sabemos que hoje existe inúmeros métodos de prevenção de gravidez e de doenças porém sabemos que nem sempre são utilizados ( o que aconteceu no meu caso) e também não são 100% seguros.
Sabe eu sempre fui muito preconceituosa comigo, passamos a vida inteira escutando “- Fulana é mãe solteira” ” Fulana se envolveu com um cara e engravidou” “Fulana larga o filho o dia inteiro na escola porque não tem ninguém para olhar e tem que trabalhar pra sustentar filho” e sabe isso sempre pesa muito no que fazemos mas algumas vezes agimos por impulso e não controlamos a nossa atitude.
Assim como eu já disse, quando soube da gravidez eu não sabia como seria enfrentar todos esses olhares tortos mas com o tempo eu soube administrar.
Aprendi sendo mãe solteira, que quem faz o preconceito é você mesmo, que muita gente vai falar ( e te julgar e criticar) mas se você se importa com tudo o que vão falar você pode ser uma freira que você nunca irá prestar. Aprendi a enfrentar o preconceito e a superar tudo de uma única forma, sendo uma boa mãe para minha filha.
Não existe nada no mundo que se compare ao amor que nós temos.
Feio não é ser mãe solteira, feio é engravidar para segurar um homem, feio é ter o filho e viver brigando com ele por ele ter nascido (seja de físico ou emocional ),  feio é fingir amar, feio é o preconceito ridículo do ser humano em querer viver numa sociedade regradas.
Regras são feitas para serem cumpridas mas também são feitas para serem quebradas.