O primeiro ultrassom

O primeiro… nossa que ansiedade que eu tava nele, vou compartilhar com vocês um dos momentos mais especiais que eu tive durante a gestação.
No dia 10-04-2012, que eu vi o meu bebê pela primeira vez,confesso que era muito estranho eu falar sobre a gravidez pois até então só sentia dor no seio, aquela vontade insuportável de fazer xixi e muito mais muito enjoo. Assim como comentei numa das outras postagem o bebê é muito miúdo durante os primeiros meses e são raras as mães que sentem o bebê se mexer e no meu caso eu não sentia.
Eu fiquei cerca de 40 minutos na recepção esperando a minha hora de fazer o ultrassom e como nós sabíamos que era ainda muito recente a gravidez, o ultrassom transvaginal foi o utilizado.
Entrei naquela sala de exame com o coração na mão, eu leiga do jeito que era já imaginava que daria para ver o sexo rs.
Então eu entrei na sala de exame, com um médico super atencioso e claro logo notou que eu era mamãe de primeira viagem.
Eu não relaxava então foi muito difícil esse primeiro contato mas logo minha ansiedade deu lugar a calma e tudo deu certo.
Lembro que ele me perguntou “-está ouvindo?” logo respondi “-sim,mas o que seria isso?” e então ele me respondeu “- isso é o coração do seu bebê o sinal de vida”, nossa só de lembrar me arrepio dos pés a cabeça e meus olhos se enchem de lágrimas,naquele momento não importava mais se era menino ou menina, como seria, naquele momento o que importava é que eu tinha um outro coração batendo dentro de mim e eu sabia que em breve, esse coração estaria nos meus braços para que eu cuidasse e amasse com toda intensidade que Deus permitiria.
O exame prosseguiu, praticamente não via nada do bebê, tinha 1,5 cm, mas segundo o médico já era um bebezão por eu estar somente de 8 semanas.
Sabe, naquele momento eu sabia o quanto eu estava pronta para ser mãe, o quanto eu mesmo sendo nova eu queria aquele bebê, o quanto eu amava aquele bebê e entendi  o porque de muitas mães conversarem com a “barriga” , entendi que é uma tentativa de demonstrar o amor mesmo sem vê-lo.
O médico ditou algumas teorias, de que seria um menino.. mas no fim rs
Ele errou e isso não importa… o que realmente é importante é o quanto é gratificante e emocionante cada batida que o coração dava, cada rodadinha que o bebê dava… e como o amor surgiu de uma maneira inexplicável.

Compartilho abaixo com vocês o meu feijãozinho ( que era assim que eu gostava de chamar o meu bebê), meu primeiro ultrassom.